LIDERANÇA QUE CONDUZ

14 de março de 2019

Leitura - Marcos 2:1-12

 

Eu tenho sim um conselho a dar e creio que pode ser seguido com simplicidade de coração. Comece atentando para o que as Escrituras dizem a esse respeito. Jesus na passagem do evangelho cura um homem e o evangelista menciona que Ele fez isso porque ficou impressionado com a fé daqueles homens que em um esforço incomum trouxeram aquele paraplégico à Sua presença, venceram todos os possíveis obstáculos que a multidão os impunha, passaram por cima de regras, de parâmetros, de obstáculos físicos simplesmente porque creram no poder da pessoa de Jesus Cristo. Meus olhos estão fitos nesse nome, que pode curar, que perdoou os meus pecados da mesma forma que fez com aquele pobre paraplégico Meu conselho a você hoje é que pense sobre isso, reflita onde você tem colocado a sua esperança, em quem você tem confiado e se encha de cuidado com aqueles que lamentavelmente vêm vestidos de cordeiros, mas que por dentro de si e em seus corações mais se parecem com lobos dispostos a retirar das pessoas tudo que lhes resta para que seus projetos alcancem seus objetivos. Observando agora pela perspectiva dos mestres da lei perceba que eles não conseguiam ver o perdão dos pecados daquele homem, eles não enxergavam na perspectiva de Jesus, seus corações estavam cauterizados pela cegueira espiritual. Eles estavam corretos em dizer que somente Deus poderia perdoar os pecados, mas erraram enquanto não reconheceram em Jesus o próprio Deus e assim pela dureza de seus corações o acusaram de blasfêmia. Você hoje está lendo esse texto e refletindo sobre uma história que faz parte do passado e tem o privilégio de saber sobre o desfecho disso tudo, diferente daqueles mestres da lei. Sabemos que Jesus viveu, morreu e ressuscitou, que venceu as trevas, rompeu a sepultura e ao terceiro dia viveu novamente aparecendo aos discípulos, e a centena de pessoas até que foi assunto aos céus prometendo voltar. Nós não vimos aquele paraplégico descer pelo telhado apoiado pela fantástica solidariedade de seus amigos, nem vimos Jesus em uma palavra levantá-lo da maca, não vimos o espanto dos mestres.